De acordo com o Ministério da Fazenda, aproximadamente R$ 1,3 bilhão permanecia em contas de plataformas de apostas esportivas no Brasil, após o término do prazo de resgate que se encerrou às 23h59 de 5 de outubro. Esse valor representa os saldos de cerca de 26 milhões de apostadores, que não solicitaram a devolução voluntária.
Dados atualizados indicam que o montante correspondente a R$ 1,325 bilhão estava disponível para cerca de 26,5 milhões de pessoas, uma leve diminuição em relação ao total de R$ 1,330 bilhão registrado nos dias anteriores. O governo brasileiro havia editado uma medida provisória no final de setembro, banindo a atuação das casas de apostas no país.
A partir de 6 de outubro, as plataformas deixaram de operar, impossibilitando novos depósitos e saques. As empresas de apostas têm até 7 de outubro para enviar os saldos não resgatados às instituições financeiras, identificando cada apostador pelo CPF e incluindo informações sobre a conta bancária utilizada.
Os bancos responsáveis devem realizar a restituição dos valores entre os dias 9 e 14 de outubro. Se ocorrerem problemas na finalização desses pagamentos, a Caixa Econômica Federal intervirá para garantir a devolução a partir de 14 de outubro.
As informações foram fornecidas pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, que garantiu que o saldo não será perdido pelos apostadores, pois existirão processos definidos para assegurar a restituição através das instituições financeiras.